Xuxa Meneghel afirmou estar satisfeita com os resultados de seu transplante capilar, realizado no ano passado para tratar a alopecia androgenética. A declaração ocorreu durante a inauguração da primeira loja física da grife Mondepars, marca de sua filha, Sasha Meneghel, no Rio de Janeiro.
A apresentadora decidiu buscar o tratamento especializado após notar que a queda progressiva dos fios influenciava diretamente sua autoestima. Ela relatou que observar falhas aparentes em fotos do cotidiano se tornou um processo emocionalmente difícil.
Pouco mais de um ano após a cirurgia, que teve duração aproximada de 12 horas, Xuxa explicou que o procedimento trouxe confiança. Embora ressalte que continua com poucos fios, ela comemorou o fim dos "buracos" no couro cabeludo que a incomodavam.
"Me fazia muito mal. Eu tirava foto e via uns buracos", contou a artista ao Gshow. Bem-humorada, ela brincou sobre as limitações do novo visual, afirmando que, embora não dê para "jogar o cabelo para um lado e para o outro", o resultado final a deixou feliz.
A apresentadora já havia revelado anteriormente o diagnóstico de alopecia androgenética, condição herdada de sua mãe. O problema se intensificou ao longo do tempo e apresentou uma piora após a artista realizar reposição hormonal com testosterona.
Diante do avanço da perda capilar, Xuxa optou por lidar com o tema de forma transparente. Ela afirma ter aprendido a aceitar a própria imagem e decidiu não esconder a condição do público.
Xuxa não vai deixar o cabelo crescer
Mesmo com o sucesso do transplante, a Rainha dos Baixinhos descartou o retorno aos cabelos longos que marcaram sua trajetória na televisão. Ela avalia que o estilo não combina mais com sua fase atual de vida.
A artista reforçou que prefere manter os fios naturais e curtos a utilizar recursos como mega hair ou apliques de volume. "Eu gosto do meu pouquinho de cabelo assim", declarou a apresentadora.
Xuxa também aproveitou o relato pessoal para incentivar outras mulheres que enfrentam alopecia ou desequilíbrios hormonais a buscarem ajuda médica. Ela aponta que o silêncio sobre o tema, motivado por vergonha, prejudica o acesso a tratamentos.
"Poucas mulheres falam sobre isso", ressaltou a apresentadora, destacando a necessidade de informação profissional.