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Mãe de suspeito de matar Orelha tentou esconder provas na chegada da Disney

investigação sobre a morte do cão Orelha, ocorrida em Florianópolis, revelou detalhes sobre a conduta da família do principal suspeito, o adolescente identificado como M. Segundo apuração da jornalista Patrícia Calderon, divulgada no Melhor da Tarde desta quarta-feira (04), a mãe do jovem tentou ocultar itens que ligariam o filho à cena do crime durante o desembarque no Brasil, após uma viagem de férias à Disney.

A Polícia Civil de Santa Catarina, que já monitorava o jovem, realizou a abordagem no aeroporto. Durante a fiscalização, os agentes identificaram contradições imediatas entre os relatos da mãe e do adolescente sobre as roupas que ele carregava na bagagem.

Mãe de adolescente tentou esconder itens que ligariam filho à cena do crime

O ponto central da prova é um moletom que o adolescente utilizava na madrugada em que o cão Orelha foi morto. De acordo com a apuração, a mãe do suspeito tentou esconder um boné dentro de sua própria bolsa e afirmou aos policiais que o moletom em questão havia sido comprado durante a viagem aos Estados Unidos.

No entanto, o próprio adolescente desmentiu a versão da mãe ao ser questionado, afirmando que já possuía a peça de roupa antes de viajar. A polícia já tinha posse de imagens do circuito interno do condomínio que mostravam o jovem utilizando exatamente aquele moletom na noite do crime, o que confirmou a tentativa de encobrimento por parte da família.

Adultos são indiciados por coagir testemunhas do assassinato do cão Orelha

Além da tentativa de ocultar as vestimentas, a investigação aponta que a família acreditava que o caso não teria consequências legais. Patrícia Calderon ressaltou, durante o programa Melhor da Tarde, que o comportamento dos responsáveis reflete uma sensação de impunidade comum em condomínios de luxo.

A mãe tenta esconder um boné na bolsa dela e esse moletom que ele usa no dia do crime é o mesmo que estava na mochila. O menino disse que já tinha o moletom e a mãe falou que ele tinha comprado na viagem.

A conduta dos familiares não se limitou ao aeroporto. Três adultos, incluindo o pai e o tio de M., foram indiciados por coação no curso do processo. Eles teriam intimidado funcionários do condomínio, como porteiros, após imagens dos menores circularem em grupos de mensagens.

O moletom apreendido foi encaminhado para perícia técnica. A polícia busca confirmar a presença de vestígios biológicos ou outras evidências que conectem definitivamente o adolescente à agressão fatal contra o animal comunitário.

Fonte: Band.
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