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Indícios apontam que síndico matou corretora com tiro na cabeça em subsolo

Novas informações da perícia podem alterar os rumos da investigação sobre a morte da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos. Indícios preliminares apontam que a vítima foi atingida por um disparo de arma de fogo na cabeça.

A descoberta ocorreu durante os trabalhos técnicos realizados no prédio onde Daiane foi vista pela última vez, local que vincula diretamente a corretora ao principal suspeito, o síndico Cleber Rosa de Oliveira, de 49 anos.

Na última sexta-feira, peritos e investigadores estiveram no condomínio para realizar uma reconstituição dos últimos momentos de vida da vítima. Durante a diligência, a Polícia Civil efetuou disparos de teste no subsolo do edifício. O objetivo da ação era verificar se o som de tiros disparados naquela área poderia ser abafado, impedindo que os moradores percebessem o barulho no momento do crime.

Localização de provas e obstrução
A investigação obteve um avanço importante ao encontrar um aparelho celular dentro da tubulação de esgoto do prédio. A polícia acredita que o telefone pertença a Daiane, uma vez que o aparelho da corretora ainda não havia sido localizado desde o seu desaparecimento. Além disso, as autoridades trabalham com a hipótese de que a arma utilizada no homicídio tenha sido descartada no Rio Corumbá, nas proximidades de onde o corpo foi abandonado.

Cleber Rosa de Oliveira confessou o assassinato e declarou estar arrependido. Além do síndico, seu filho, Maicon Douglas, também foi detido. Ele é investigado por obstrução de justiça, sob a suspeita de ter comprado um celular novo para o pai logo após o crime, na tentativa de dificultar o rastreamento de comunicações e evidências.

Decisão judicial e próximos passos
Cleber e Maicon passaram por audiência de custódia, e a Justiça determinou a manutenção da prisão temporária de ambos por 30 dias. A Polícia Civil continua colhendo depoimentos e aguarda os laudos definitivos da perícia para confirmar a dinâmica exata do disparo e o trajeto percorrido pelos suspeitos para a ocultação do cadáver.

Em entrevista exclusiva à Band, a mãe de Daiane trouxe detalhes adicionais que estão sendo analisados pela equipe de investigação. O caso, que gerou forte comoção entre os moradores do edifício e colegas de profissão da corretora, segue sob sigilo em etapas específicas para garantir a preservação de novas provas.

Fonte: Band.
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