O BBB 26 introduziu uma dinâmica de premiação que está deixando os participantes — e o público — em polvorosa, mas o regulamento esconde armadilhas contratuais. Embora a liderança prometa um imóvel, o prêmio só é definitivamente conquistado se o líder cumprir três etapas obrigatórias. Caso contrário, o sonho da casa nova vira fumaça no momento da eliminação.
Para colocar as mãos nas chaves, o participante não pode apenas vencer a prova. O contrato exige:
- Vitória na Prova do Líder;
- Realização de uma festa própria (o "seu" reinado);
- Chegar ao Top 10 da edição.
O drama dos líderes "na fila"
Atualmente, a casa conta com 14 participantes, o que significa que o cerco está fechando. Alberto Cowboy, Babu Santana e Jonas Sulzbach já foram líderes e realizaram suas festas, mas tecnicamente eles ainda não possuem nada. Eles estão em uma espécie de "limbo contratual": se qualquer um deles for eliminado antes da décima semana (formação do Top 10), perdem o direito ao imóvel acumulado.
O exemplo real desse rigor foi a eliminação de Maxiane. Apesar de ter passado pela liderança, ela deixou a casa de "mãos abanando" por ter sido eliminada precocemente, sem atingir a marca histórica do Top 10.
Jogo de resistência total
Agora, para os veteranos que já exerceram o poder, o jogo mudou de figura. Não se trata mais apenas de estratégia de voto, mas de uma corrida contra o tempo para garantir o patrimônio. Qualquer deslize que os leve ao paredão antes da eliminação dos próximos quatro participantes pode significar um prejuízo milionário.
A regra aumenta a pressão sobre a nova líder, Samira, que agora inicia sua jornada rumo ao Top 10 para validar seu prêmio. No BBB 26, ganhar a prova é apenas o começo; o verdadeiro desafio é não sair antes da hora.