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Bonitas, elegantes e debochadas: mulheres são presas após furto em prédio
Band TV

Uma operação conjunta entre as polícias do Espírito Santo e o DEIC de São Paulo resultou na desarticulação de uma quadrilha especializada em furtos a condomínios de alto padrão. O grupo, que agia com requintes de "arrogância e autoridade" para intimidar funcionários, é responsável por um prejuízo de R$ 700 mil no apartamento da influenciadora digital Mirian Carter, ex-participante de reality show, na Serra (ES).

As câmeras de segurança registraram a ação de Maria Luyza Silva de Oliveira (21 anos) e Carolina Arraes de Lima (24 anos). Vestidas de forma elegante e demonstrando tranquilidade, elas pressionaram uma zeladora que cobria a portaria. Uma das criminosas fingiu ser neta da proprietária — que mora na Inglaterra — e simulou indignação ao ser questionada, conseguindo acesso ao prédio.

Deboche e ostentação pós-crime

No elevador, as imagens mostram as suspeitas conferindo a aparência no espelho com total deboche. Em menos de 30 minutos, elas deixaram o local carregando malas repletas de joias e dinheiro. Após a invasão, as criminosas tiveram a audácia de tirar uma fotografia comemorativa, ainda usando as mesmas roupas do crime.

Na imagem, elas aparecem ao lado de Rayssa Carneiro Arruda (20 anos), que também foi presa por dar suporte financeiro ao grupo. Segundo as investigações, a quadrilha é coordenada por Joel Santana (43 anos), pai de Maria Luyza. O grupo, sediado em São Paulo, utilizava a internet para levantar dados pessoais e a rotina de vítimas que passavam longos períodos fora do Brasil.

Conexão com outros crimes e tentativa contra ex-ministro

A polícia acredita que a quadrilha possui ramificações nacionais. Rayssa Arruda, uma das detidas, foi identificada em imagens de câmeras de segurança tentando invadir o apartamento do ex-ministro Fabio Wajngarten. O histórico criminal parece ser familiar: os pais de Rayssa já foram presos diversas vezes por crimes da mesma natureza.

A modalidade, que utiliza a aparência de alto padrão para evitar suspeitas, tem se espalhado pelo país. No Rio Grande do Sul, a "Operação Troia" investiga um casal que conseguiu burlar sistemas de reconhecimento facial para realizar furtos semelhantes, saindo dos edifícios vestindo casacos de pele e carregando bolsas de grife das vítimas.

Fonte: Band.
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